Espaço dedicado à troca de informações e ao estudo dos aspectos institucionais, mercadológicos, econômicos, financeiros e contábeis do processo de 'branding', com vistas a uma metodologia de avaliação de marcas que permita contabilização aderente às recomendações e normas CPC e IFRS.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
MARCA: do marketing ao balanço financeiro.
Produto direto da primeira dissertação de mestrado (de Mariza Branco Rodrigo de Freitas) defendida na FAF/UERJ sobre reconhecimento contábil do valor de marcas comerciais, o livro "Marca: do marketing ao balanço financeiro", que tem o Prof. Manoel Marcondes Machado Neto - orientador da dissertação - como coautor, sai pela Editora da UERJ e terá evento de lançamento em 8 de outubro na Casa de Leitura Dirce Côrtes Riedel - da UERJ - à Rua das Palmeiras, 82 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - a partir das 18:30 horas, contando com uma palestra dos coautores sobre os desafios da temática seguida de sessão de autógrafos.
Todos os apaixonados por Marcas, 'Branding', Ciências Contábeis, Marketing, Administração, livros e leitura estão convidados!
Saiba mais: blog da EdUERJ.
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
BRANDING sucede o marketing como disciplina nas empresas.
No livro "4 Rs das Relações Públicas Plenas" - Capítulo VI - um appetizer (P. 55).
Acompanhe - https://www.facebook.com/MarcondesRRPP/photos/a.264898506927404.63567.261657763918145/850289408388308/?type=1&theater
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Acompanhe - https://www.facebook.com/MarcondesRRPP/photos/a.264898506927404.63567.261657763918145/850289408388308/?type=1&theater
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domingo, 5 de julho de 2015
DESIGN "TICKING". Do Rio de Janeiro, em 5 de julho de 2015.
Isso mesmo... tic-tac... tic-tac... tic-tac...
Lê-se, hoje, n'O Globo (caderno Boa Chance, P. 6), a
seguinte nota:
Profissão "designer" - A Comissão de Constituição
e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, essa semana,
em Brasília, o PL - Projeto de Lei - 4.692/2012, que visa ao registro oficial
da ocupação. O próximo e último desafio é conseguir a aprovação do Senado
Federal. Atualmente, são mais de 179 escolas espalhadas pelo país que oferecem
o curso de "designer" de interiores. De acordo com a Associação
Brasileira de Designers de Interiores (ABD), mais de 80 mil profissionais da
área já atuam no mercado de trabalho.
NOTA (minha): No mesmo ano de 2012, aliás, começou a
funcionar no Brasil, o Sistema CAU, de Conselhos (Federal e Regionais) de
Arquitetura e Urbanismo, entidade (criada pela lei 12.378/2010) de
profissionais que tiveram a coragem e o desprendimento de sair de sob a
fortíssima égide do CREA para seguir sua própria trilha, o seu próprio destino.
Não se menciona, na matéria, mas o país é berço de "designers" nos
mais diversos campos, tais como de paisagismo (Burle Marx), além do de
arquitetura e urbanismo (Oscar Niemeyer e Lucio Costa), mobiliário (Sergio
Rodrigues e Joaquim Tenreiro), e de marcas (Aloisio Magalhães, criador da marca
da UERJ, pontuo), entre outros.
Enquanto isso...
Uma categoria de profissionais formada na esteira de uma
área consagrada no país desde 1914, (apenas 8 anos depois de sua criação nos
Estados Unidos), que teve seu pioneiro curso de especialização na FGV, em 1953
(da qual meu professor - e mentor - Manoel Maria de Vasconcellos foi aluno), e
a fundação de sua primeira ONG, a ABRP, em 1954 - base, também, da
reivindicação de ser considerada a atividade mais que ocupação, uma profissão
regulamentada - coloca-se omissa e declinante de registros (apesar da centena
de escolas idem espalhadas pelo país), justamente no momento em que vislumbra
(logo ali, em setembro) sua autonomia e independência acadêmicas, com as novas
DCNs - reflexo da importância que a gestão de relacionamentos e de reputações
ganhou em todos os círculos de negócios, além do Estado e do Terceiro Setor.
O tempo passa para todas... as atividades
No nosso caso, das Relações Públicas brasileiras, temos um
capital imenso - este é meu juízo - com lei, regulamentação, doutrina,
jurisprudência firmada, estrutura de conselhos regionais e federal, formação em
nível de graduação a doutorado, uma base de muito mais de 100 mil formados e
potencial de mais de 30 mil registros ativos - entre pessoas físicas e
jurídicas, além das posições no serviço público (que em 90% dos casos cumpre a
lei - em 10% não cumprida por desconhecimento e incompetências de setores de RH
estatais e privados - cuja maioria esmagadora é corrigida após a intervenção do
Sistema Conferp-Conrerp), e vamos deixar isto ser tomado pela sanha
desregulamentadora, mãe da "financeirização", terceirizações e
precarização do trabalho, mundo afora? Vamos deixar nosso mercado ser tomado
por jornalistas (e outrem) em desvio de função, praticando - só - imoral
tráfico de influência? Até quando assistiremos a oportunistas lutando pela
mudança de leis e regulamentos para - além de imorais, ilegais e antiéticos -
tornarem-se "legais", "regulares", "exemplares"?
Oportunismo, arrivismo, má-fé e mau-caratismo
Lembremos o caso da lei discricionária de Getúlio Vargas,
que editou-a apenas para atender a UMA pessoa, na maior canetada da nossa
história republicana. Pois é, há um verdadeiro pelotão de pessoas trabalhando
para que algumas, senão uma pessoa, aufira o registro de relações-públicas. Mas
não se trata, este, de um mero caso de parentela - ou só compadrio - como no da
lei discricionária sancionada por Getúlio Vargas - caso muito bem contado,
aliás, no livro "Chatô, o rei do Brasil", de Fernando Morais - a qual
deu acesso individual a um (suposto) "direito", mas a abertura de uma
brecha, o verdadeiro arrombamento (aqui, agora, e alhures - há tempos - já
anunciado) de uma porteira que dizimará nossa querida, e única no mundo,
formação superior; aquela forjada na ideia sueca (Suécia: "mátria" da
profissão) de "ombudsman" (quando somos, nas organizações,
representantes de quem está fora dela) e não pela simples "tomada da
mídia" pelo poder das "corporações-clientes" via suas poderosas
assessorias "de imprensa" - autêntica jabuticaba brasileira com os
dias contados sob tal rótulo e, por isso, necessitada urgente da nossa
denominação ("public relations") - que é universal.
Robert Zemeckis inspira
Depois disso virá o desmantelamento do próprio sistema de
regulação da nossa (hoje) privativa responsabilidade técnica (R.T.) de
"informação de caráter institucional" (nossos conselhos), e o fim dos
cursos de graduação em RP (algo também já em curso, fruto da ação do mesmo
pelotão). Ou seja, nossos diplomas - de verdade - como que desaparecerão, a
exemplo - na ficção - das fotos familiares do personagem Marty McFly na saga
cinematográfica de "Back to the future".
Quem viver - sem agir - verá.
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terça-feira, 30 de junho de 2015
sábado, 16 de maio de 2015
Coca-Cola é isso aí: a marca mais escolhida do mundo!.
Gigante do setor de bebidas perde pontos, mas se mantém a frente de Colgate e Maggi no ranking global Brand Footprint, da Kantar Worldpanel.
Link - http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2015/05/14/Coca-Cola-e-a-marca-mais-escolhida-do-mundo.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mmbymail-geral&utm_content=Coca-Cola-e-a-marca-mais-escolhida-do-mundo
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
The Naked Brand... o filme - E nada mais foi como antes.
Vamos ser transparentes?
Sept, 25, 2014 (Bloomberg) - The Naked Brand (2013) takes aim at traditional advertising and its future. With their constant use of technology and social media, today's consumers are smarter and more invested in what they buy and marketers are taking advantage of this newly empowered customer by creating transparent and positive stories about their companies and products.
Sobre o documentário: https://www.youtube.com/watch?v=GxPS5th-y_Q
O documentário "A Marca Nua", de Sherng-Lee Huang e Jeff Rosenblum, citado na matéria acima, põe seu foco na propaganda tradicional e seu futuro - na opinião do fundador da marca Patagonia, Yvon Chouinard, "nenhum futuro".
A chave para entender o fenômeno atual é a tecnologia, mas não as tecnologias usadas pelas corporações para vender e, sim, o - intensivo uso - antes de comprar - de tecnologia pelos consumidores, notadamente as redes sociais propiciadas (e fundadas sobre) a internet e a telefonia móvel (cuja combinação dá em telemática) - tornando-o mais atento e provido de "inteligência comparativa" na hora de comprar e/ou consumir. Alguns - poucos - profissionais de marketing já estão posicionados para atender este empoderado cliente, usando, principalmente a transparência e relatos positivos reais - postados na web pelos próprios consumidores - sobre produtos e empresas.
Sobre transparência: https://www.youtube.com/watch?v=3OEIGIhhofQ
Para mais: http://mmmneto.wix.com/rpcanal?hc_location=ufi
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Sept, 25, 2014 (Bloomberg) - The Naked Brand (2013) takes aim at traditional advertising and its future. With their constant use of technology and social media, today's consumers are smarter and more invested in what they buy and marketers are taking advantage of this newly empowered customer by creating transparent and positive stories about their companies and products.
Sobre o documentário: https://www.youtube.com/watch?v=GxPS5th-y_Q
O documentário "A Marca Nua", de Sherng-Lee Huang e Jeff Rosenblum, citado na matéria acima, põe seu foco na propaganda tradicional e seu futuro - na opinião do fundador da marca Patagonia, Yvon Chouinard, "nenhum futuro".
A chave para entender o fenômeno atual é a tecnologia, mas não as tecnologias usadas pelas corporações para vender e, sim, o - intensivo uso - antes de comprar - de tecnologia pelos consumidores, notadamente as redes sociais propiciadas (e fundadas sobre) a internet e a telefonia móvel (cuja combinação dá em telemática) - tornando-o mais atento e provido de "inteligência comparativa" na hora de comprar e/ou consumir. Alguns - poucos - profissionais de marketing já estão posicionados para atender este empoderado cliente, usando, principalmente a transparência e relatos positivos reais - postados na web pelos próprios consumidores - sobre produtos e empresas.
Sobre transparência: https://www.youtube.com/watch?v=3OEIGIhhofQ
Para mais: http://mmmneto.wix.com/rpcanal?hc_location=ufi
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
As marcas brasileiras mais valiosas de 2014.
São Paulo - O poder das marcas influencia boa parte de nossas decisões — desde o celular que está no bolso, o carro que dirigimos até a escolha de ler uma revista como EXAME. Embora tenham um valor enorme e inegável, as marcas sempre foram tratadas como bens intangíveis.
Veja a íntegra da matéria de Lucas Rossi (Revista Exame), publicada hoje no portal.
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