terça-feira, 21 de outubro de 2014

Como Fênix ....

Arthur Andersen Brand is Reborn Over a Decade After Enron Scandal

In 2002, tax auditing firm Arthur Andersen was found guilty of obstructing justice after it was discovered that it had shredded thousands of Enron-related documents. Despite the charges, the since-defunct brand has retained its reputation through the years—a surprising conclusion of a financial industry poll conducted by Prime Group for WTAS LLC, a San Francisco-based firm that is reviving the brand, Bloomberg Businessweek reports.
Time may heal all wounds, but it doesn’t restock the billions of dollars in bank accounts that shareholders lost in the wake of Enron’s shutdown and certainly doesn’t make life easier for the 85,000 employees of the company that lost their jobs. But WTAS, which bought the rights to the name so it could rebrand to Andersen Tax, looks to change that. (...)
Fonte: http://www.brandchannel.com/home/post/140902-Arthur-Andersen-Return.aspx

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Tudo o que é sólido desmancha na marca...


Na década de 1970... Ruy Barreto estava em busca de um nome para batizar a marca de café solúvel que sua empresa pretendia lançar no mercado europeu.

- Pesquisei e concluí que [o nome] "Globo" era perfeito, porque era um nome com força lá fora. Aí descobri que ele já pertencia a uma fábrica no [bairro] Santo Cristo. Na época o dono me pediu um valor absurdo. Eu falei: se você quer isso tudo pela marca, imagina quanto não ia pedir pela fábrica. Ele disse: nada. Quem comprar a marca leva a fábrica. Acabei comprando a Bhering - conta.

Íntegra da matéria publicada no jornal O Globo de 19/10/2014 (P. 16): http://oglobo.globo.com/rio/encontros-de-domingo-empresario-que-fez-da-bhering-uma-fabrica-de-arte-14292251.
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