quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Lançamento livro 'MARCA: do marketing ao balanço financeiro' (EdUERJ, 2015) - Dia 8 de outubro de 2015.


O evento

Pocket papo com os autores Mariza Branco Rodrigo de Freitas & Manoel Marcondes Machado Neto, seguido de sessão de autógrafos.

Sobre a obra

Com um enfoque transdisciplinar, o livro debate a questão do valor econômico e contábil das marcas em um momento de grande transformação das normas contábeis no Brasil, pós-adoção de 'Internacional Financial Reporting Standards' (IFRS).

A obra busca identificar e analisar, por meio de pesquisa realizada na UERJ, com entrevistas, relatórios financeiros e análises de 'experts' do mercado, as causas da discrepância entre o valor contabilizado para uma marca e o seu valor de mercado.

O livro ainda reintroduz o conceito de 'powerbranding' como um 12o. "P" do 'marketing mix', e inclui um apêndice que narra o processo de ‘rebranding’ da marca Andersen Consulting para Accenture.

Quando

08/10/2015 - de 18:30 às 21:30 horas

Onde

Casa de Leitura Dirce Côrtes Riedel - Rua das Palmeiras, 82 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ - Tel.: 2334-8227. http://www.casadirce.com.br/
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Brand valuation - why the big discrepancy in the amounts different rankings report?

You can get a bit more info on the campaign mentioned in the last line here, but it looks like we are going to haveto wait for a little longer to see the full details. Obviously BrandFinance has an agenda here, but I do think it is fair enough to questionwhether potential links between those being valued and those doing the valuinghave an effect – even if subliminal – on the worth being assigned to brands.There are a lot of people out there who are very cynical about valuingintangibles, and they are often right to be so, but valuation is also a vitalunderpinning of any business transaction which involves them. As a result,transparency in how figures are arrived at is paramount, as is ensuring trustin the process. Let’s see if we get any response to Brand Finance’s salvo fromInterBrand and Millward Brown.
Fonte: http://www.iam-media.com/Blog/Detail.aspx?g=2fa842dc-d2a7-4866-bc51-17be79433eef

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Geração Z em debate: como se relacionam com marcas?


Assustador e alentador o debate sobre a geração que não usa e-mail, não está no Facebook, não encara a carreira como o principal pilar da vida. A geração Z. Assustador porque chacoalha nossos conceitos, embaralha nossa visão – como tudo pode ser tão diferente em tão pouco tempo? Alentador porque traz esperança de um mundo melhor.

A geração Z já representa 20% dos brasileiros. Com até 19 anos, são chamados nativos digitais, pois cresceram com o avanço tecnológico. Estão imersos nas redes sociais (Quest, 2011), 82% navegam pelo celular (Cetic.br, 2015), "moram" no YouTube, nunca abriram uma conta de e-mail e acham Facebook "coisa de pai". Falam mais com imagens que com palavras. Susto? Sim, até para representantes da geração Y, que nasceram um pouco mais de uma década antes. Mas parece um século.

Os "Zs" são protagonistas, empreendedores e autodidatas – quase 80% deles produzem e compartilham conteúdos (Quest, 2011). Não ligam para hierarquia, nem para diplomas, e não acham que a vida é só a carreira. A vida, na verdade, só faz sentido se fazem o que gostam. Essa perspectiva alentadora já está trazendo mudanças profundas no mercado de trabalho, nos modelos de negócio e de gestão. Dizem que a geração Z será, em pouco tempo, chefe da Y.

Por terem nascido ou crescido em tempos de recessão econômica, terrorismo, mudanças climáticas e famílias fragmentadas, são mais realistas e valorizam a diversidade. Têm mais respeito. E esperança. São "glocais", pensam e atuam localmente com uma visão global. Querem mudar o mundo, mas ainda estão descobrindo como.

E como se relacionam com marcas? Não compram marca pela marca. Estão mais interessados nos produtos e suas funcionalidades, comodidades. A marca precisa fazer sentido para a geração Z, o vínculo se dá muito mais pelo conteúdo que por uma simples logomarca. Alentador, não?

O artigo foi inspirado pelo debate sobre a geração Z promovido, em setembro de 2015, pela Edelman Significa, com a presença de especialistas e jornalistas. O evento, com periodicidade trimestral, faz parte do projeto TCC Tendências, Comportamento e Conteúdo.

Fonte - http://www.adnews.com.br/artigos/geracao-z-em-debate-como-se-relacionam-com-marcas
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Família de Portinari e Cecrisa disputam marca.


A 3ª. Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) começou a julgar em 25 de agosto último uma disputa entre a família de Cândido Portinari e a empresa catarinense Cecrisa Revestimentos Cerâmicos, a qual tentou registrar o nome do pintor (marca nominativa) no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Por enquanto, apenas o relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, votou. Na sequência, a discussão foi suspensa por um pedido de vista.

Desde a década de 1980, a Cecrisa usa o nome e a assinatura do pintor em uma de suas marcas. O contrato de cessão firmado entre a família e a fabricante engloba duas marcas mistas - uma igual à assinatura nas pinturas e outra, à assinatura civil (Portinari e Cândido Portinari).

Porém, após a ida da Cecrisa ao INPI, a questão foi parar na Justiça. No STJ, a fabricante pede o registro da marca nominativa (o nome Portinari, com desenho livre). Já a família pretende retomar a propriedade das marcas mistas.

O advogado da Cecrisa, Carlos Eduardo Caputo Bastos, defendeu que o contrato trata de transferência de propriedade, portanto, não é cessão de mero uso da marca. "Na transferência da propriedade, paga-se preço certo. No caso da licença, paga-se royalties e não preço, o que não aconteceu neste processo", disse, lembrando que, na assinatura dos contratos, a empresa já usou o nome "Cerâmica Portinari".

Já o advogado Virgílio Mathias dos Santos, que representa o filho do pintor, João Cândido, mostrou, na sessão, o desenho das assinaturas que poderiam ser usadas e afirmou que a Cecrisa "pirateou" a assinatura do pintor. "Inventou [a empresa] uma assinatura para Portinari e com ela começou a vender seus produtos, com símbolo diferente do contratado", afirmou.

O voto do relator não atendeu totalmente nenhum dos pedidos. O ministro Marco Aurélio Bellizze autorizou a Cecrisa a usar a chamada "marca mista", ou seja, mantendo o desenho das assinaturas. "O nome civil do pintor, em razão de sua indisponibilidade, não pode ser objeto de ampla cessão, e não foi. Mas o nome como marca registrada poderia ser cedido de forma irrevogável e irretratável, como foi", afirmou o relator, destacando que não se deve confundir marca mista com marca nominativa.

Segundo o voto, a autorização de uso do nome civil depende de consentimento expresso e delimitado e, no caso, o sucessor do pintor concedeu autorização para usá-lo na forma como assinava, não podendo incluir uso genérico do nome. A empresa teria, no entanto, direito de preferência na exploração de eventual marca nominativa.

De acordo com Bellizze, hoje a marca "Cerâmica Portinari" não remete apenas à figura do pintor. "A marca passa a vincular-se ao produto que registra e desvincula-se do indivíduo. O nome escolhido agregou valor à marca. A qualidade do produto também colaborou para sua valoração".


CLIPPING

Veículo: Valor Econômico
Editoria: Legislação e Tributos
Autor: Por Beatriz Olivon | De Brasília
Data: 26/08/2015
Página: E01
Assunto: Jurídico

LINK - http://linearc.com.br/bc/site/m012/noticia.asp?cd_noticia=18099193
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