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quarta-feira, 18 de maio de 2016

MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.

MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.

Em suas próprias palavras:

- Consegui, após muitos anos de estrada, trazer - para uma só equipe - uma administradora, três jornalistas e uma publicitária, a fim de trabalharmos - juntos - a integração da comunicação de nossos clientes atuais e futuros, o que se convencionou chamar de 'comunicação total' ou ‘comunicação 360 graus’, unindo de forma balanceada a comunicação interna, a comunicação institucional e a comunicação de marketing. E tudo isto, a baixo custo.

Isto acontece agora, exatos 30 anos depois de Margarida Kunsch demonstrar ao Brasil o alcance da ‘comunicação integrada’ praticada nos países desenvolvidos desde a década de 1970. E o grupo de profissionais, cada um à frente de sua própria empresa, ainda conta com uma MEI de relações-públicas no atendimento, totalizando sete pessoas sob o 'Coletivo Umbrella', iniciativa típica da economia solidária para este tempo de indústrias criativas.

Conheça:
Divulgação: Lucila Komolibus.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

TRANSPARÊNCIA ATIVA = Legislação de Acesso à Informação + Regulamentos CVM + RP Plenas.


MEDITERRÂNEA PROPAGANDA informa: LANÇADO - via amazon.com - o novo livro de Manoel Marcondes Machado Neto voltado à área da governança corporativa intitulado 'The business of transparency', obra na qual é proposto o mix de '4 Rs' de RP Plenas e descrita a teoria do autor que coloca a Comunicação como o terceiro pilar da tríade que pode, de fato, 'entregar' uma transparência - que denomina 'ativa' - aos 'stakeholders', em conjunto com os ditâmes da Contabilidade e do Direito, os quais, sozinhos, não mais são suficientes, pois não vão além da 'transparência passiva' atual – que não mais atende porque coloca no público a responsabilidade pela busca da informação.

MEDITERRÂNEA PROPAGANDA reports: RELEASED – via amazon.com – the new book by Manoel Marcondes Machado Neto directed to the area of corporate governance entitled 'The business of transparency', a work that proposes the 'Full PR' compound ('4 Rs') and describes the author's theory that puts the Communication as the third pillar of a triad that can, in fact, deliver transparency – named by him as 'active transparency' – before organizations' stakeholders in addition with the Accountancy and Law requirements, which, themselves, are no longer sufficient, only a ‘passive transparency’ – which does not meet currently because it puts on the public the responsibility for the pursuit of information. The '4 Rs' are: recognition, relationship, relevance and reputation.

LINK - https://goo.gl/Bs1Zn3
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quarta-feira, 27 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Recordar é viver.


A 'memória' do Facebook faz-me, hoje, lembrar do lançamento - há 4 anos - de meu primeiro livro sobre o tema 'transparência nos negócios' - o 'pocket book' intitulado 'A transparência é a alma do negócio'. O livro está esgotado desde 2014. Mas entrará 'no ar' - em sua versão 'e-book' - numa parceria (que aqui, agora, anuncio em primeira-mão) da Conceito Editorial com a FGV Editora.

Em 2013, com a criação do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, ideia muito bem trazida pelo colega errepê Marcelo Ficher - e com a cumplicidade das amigas Lúcia Duarte e Pollyana Escalante -, estavam dadas as condições para um 'locus' de análise e reflexão crítica de questões que, em última instância, são alicerces da tão prometida (tanto quanto pouco entregue) 'transparência'.

Em 2015, o O.C.I. lançou a campanha "RP: profissional da transparência", e concluída a análise da pesquisa de campo junto a 100 executivos entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, pude lançar - pela Ciência Moderna Livraria e Editora, a versão integral do livro que apresentara ao Brasil uma outra forma de ver as RRPP: o 'mix' dos 4 Rs das Relações Públicas Plenas.

Agora, em 2016, 'Ano O.C.I. para a transparência ativa' é chegada a oportunidade de levar ao mundo, 'exportar' a visão particular brasileira de 'plenas' Relações Públicas. Sim, porque só no Brasil se forma errepês '360 graus' compromissados com a comunicação nas organizações. Isto se dará pela publicação, ainda em abril, da versão em inglês do meu livro (Editor A), paralela ao site 'www.fullPR.net'.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

"Marcas sem engajamento social não têm futuro".


"Com a internet e a rapidez da comunicação, consumidores e consumidoras hoje têm muita possibilidade de adquirir informações. Marcas sem engajamento social não têm futuro. O consumidor hoje quer transparência, profissionalismo e ética. O mais importante, e também o mais difícil, é construir uma relação de confiança com o consumidor...".

Entrevista concedida a Dandara Tinoco, publicada hoje, n'O Globo (P. 2), coluna "Conte algo que não sei". A imagem é de Mônica Imbuzeiro.

LINK - http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/valerio-gargiulo-economista-gestor-de-empresas-marcas-sem-engajamento-social-nao-tem-futuro-18712049

COMENTÁRIO

O executivo italiano Valerio Gargiulo fez bem a lição de casa, pois numa só resposta enfileirou, como o atacante Paolo Rossi enfileirava os beques adversários, três das "palavrinhas mágicas" do momento; transparência, ética e confiança. Vamos deixar de lado a vetusta palavra profissionalismo, e as já enfadonhas expressões "... adquirir informações...", "... engajamento social..." e "... construir uma relação...".

Ora, como representante de uma indústria de cosméticos - comumente envolvida em testes químicos cruéis com animais -, e, ao que tudo indica, de uma empresa de capital fechado, ou seja, do tipo que não tem obrigação legal de publicar relatórios de administração, contas, balanços e notas explicativas, fica difícil crer que suas promessas sejam cumpridas. Aliás, o próprio se entrega:

- Estou estudando português e me considero um futuro brasileiro.

Que escolha bem o tipo de brasileiro que se quer tornar, o economista. Há "belos" exemplos a não seguir.

Em Tempo: A ideia expressa no título da matéria é válida, relevante, verdadeira e positiva. Mas das empresas precisamos mais que slogans e bonitos discursos. Há que constatar, na prática, ações que deem corpo a tão nobre ideário.
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