Espaço dedicado à troca de informações e ao estudo dos aspectos institucionais, mercadológicos, econômicos, financeiros e contábeis do processo de 'branding', com vistas a uma metodologia de avaliação de marcas que permita contabilização aderente às recomendações e normas CPC e IFRS.
segunda-feira, 25 de março de 2019
Deu anteontem n'O Globo: Levi’s, a marca de calças jeans que agora vale US$ 8,64 bilhões.
Ações saltam 32% em retorno da empresa ao mercado de ações.
Da Blomberg News
LINK - https://oglobo.globo.com/economia/levis-marca-de-calcas-jeans-que-agora-vale-us-864-bilhoes-23541400
IMAGEM: LUCAS JACKSON / REUTERS.
Jennifer Sey, diretora de Marketing, e Karyn Hillman, diretora de produto da Levi´s, na Bolsa de Nova York.
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Receita azeda.
Briga familiar leva Biscoitos Globo da areia aos tribunais.
Disputa judicial envolve a viúva e uma das filhas de João Ponce, um dos quatro fundadores da empresa, morto em 2015, e os sócios que restaram
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terça-feira, 7 de agosto de 2018
Advertência!
'Alguém descobriu a água, e não foi o peixe'. A frase atribuída a Marshall McLuhan, nosso papa particular - na Comunicação - chama atenção para este meu singelo toque 'de outsider geracional' em relação à maioria (acho) nesta lista: muito cuidado com o atual 'frenesi digital' - o mundo continua povoado de pessoas cada vez mais necessitadas de contato humano (de tipo 'RP': nosso principal ativo profissional) em contraponto à imposição pós-pós-industrial que a indústria da tecnologia pauta.
A inteligência natural de bilhões (de seres) deveria receber investimentos maciços de bilhões (de dólares) ANTES da artificial.
Assumamos - com coragem - a nossa essência diferencial (sem, claro, deixar de dominar todas as ferramentas tecnológicas disponíveis): se o marketing e o branding agora estão digitais, as RP sempre foram - e sempre serão - humanas e pessoais.
É isto que nos faz (e fará) ser úteis e necessários.
sábado, 19 de maio de 2018
Skol se mantém como marca mais valiosa do Brasil.
As 60 marcas presentes no ranking BrandZ Brasil 2018 registraram valor total de US$ 65 bilhões, alta de 22,5%.
LINK - http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2018/04/20/skol-se-mantem-como-marca-mais-valiosa-do-brasil.html?adtagid=3100901FDA33D6194B71D76BAAC41848
segunda-feira, 14 de maio de 2018
domingo, 25 de março de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Dona do macarrão Adria compra a carioca Piraquê por R$ 1,55 bi.
Nos debates que se seguiram à apresentação da dissertação de Mariza Branco Rodrigo de Freitas no Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ, especulávamos sobre a recomendação dos padrões IFRS (International Finance Reporting Standards) no que tange ao reconhecimento contábil do valor de marcas por seus detentores em seus respectivos balanços patrimoniais.
A discussão continua presente e sem solução aparente.
Veio a publicação do livro decorrente da dissertação, 'Marca: do marketing ao balanço financeiro', que tive a honra de assinar junto de minha brilhante ex-orientanda, pela editora da própria Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EdUERJ), em 2015.
De acordo com a pesquisa original de Mariza Freitas, realizada com os números oferecidos pelas três grandes empresas que trabalham com 'brand valuation', uma mesma marca poderia ter avaliações diferentes em quase 40%, coisa inaceitável se tratamos de contabilidade - e não de 'valor de mercado', algo etéreo, mais afeito à 'marquetagem' e à fabricação de notícias que à realidade.
Um empresa que sempre vinha à nossa mente naqueles debates em sala de aula era justamente a Piraquê. Empresa tradicional e tipicamente carioca, valiosíssima para os consumidores, e cujo valor da marca simplesmente inexistia em seu balanço patrimonial, refletindo as práticas que os padrões IFRS querem - com razão - combater. Como assim uma marca como 'Piraquê' vale zero?
Indagávamo-nos, intrigados: se alguém maior, do ramo de alimentos, um dia, quiser comprar a Piraquê, será que estará interessada nas suas máquinas, em seu prédio-sede, na sua frota de caminhões, nos seus estoques de farinha de trigo? Ou pagará 1 bilhão de dólares pelo selo que tanta confiança angariou ao longo de décadas?
Não estávamos muito longe, pelo menos, do interesse que a Piraquê podia gerar... E, sim, um pouco menos perto em termos do valor que uma linha daquelas poderia ter para um concorrente num processo de merge&acquisition...
Pois... o resto é história...
LINK - https://oglobo.globo.com/economia/dona-do-macarrao-adria-compra-carioca-piraque-22342425
A discussão continua presente e sem solução aparente.
Veio a publicação do livro decorrente da dissertação, 'Marca: do marketing ao balanço financeiro', que tive a honra de assinar junto de minha brilhante ex-orientanda, pela editora da própria Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EdUERJ), em 2015.
De acordo com a pesquisa original de Mariza Freitas, realizada com os números oferecidos pelas três grandes empresas que trabalham com 'brand valuation', uma mesma marca poderia ter avaliações diferentes em quase 40%, coisa inaceitável se tratamos de contabilidade - e não de 'valor de mercado', algo etéreo, mais afeito à 'marquetagem' e à fabricação de notícias que à realidade.
Um empresa que sempre vinha à nossa mente naqueles debates em sala de aula era justamente a Piraquê. Empresa tradicional e tipicamente carioca, valiosíssima para os consumidores, e cujo valor da marca simplesmente inexistia em seu balanço patrimonial, refletindo as práticas que os padrões IFRS querem - com razão - combater. Como assim uma marca como 'Piraquê' vale zero?
Indagávamo-nos, intrigados: se alguém maior, do ramo de alimentos, um dia, quiser comprar a Piraquê, será que estará interessada nas suas máquinas, em seu prédio-sede, na sua frota de caminhões, nos seus estoques de farinha de trigo? Ou pagará 1 bilhão de dólares pelo selo que tanta confiança angariou ao longo de décadas?
Não estávamos muito longe, pelo menos, do interesse que a Piraquê podia gerar... E, sim, um pouco menos perto em termos do valor que uma linha daquelas poderia ter para um concorrente num processo de merge&acquisition...
Pois... o resto é história...
LINK - https://oglobo.globo.com/economia/dona-do-macarrao-adria-compra-carioca-piraque-22342425
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