Espaço dedicado à troca de informações e ao estudo dos aspectos institucionais, mercadológicos, econômicos, financeiros e contábeis do processo de 'branding', com vistas a uma metodologia de avaliação de marcas que permita contabilização aderente às recomendações e normas CPC e IFRS.
sábado, 19 de maio de 2018
Skol se mantém como marca mais valiosa do Brasil.
As 60 marcas presentes no ranking BrandZ Brasil 2018 registraram valor total de US$ 65 bilhões, alta de 22,5%.
LINK - http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2018/04/20/skol-se-mantem-como-marca-mais-valiosa-do-brasil.html?adtagid=3100901FDA33D6194B71D76BAAC41848
segunda-feira, 14 de maio de 2018
domingo, 25 de março de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Dona do macarrão Adria compra a carioca Piraquê por R$ 1,55 bi.
Nos debates que se seguiram à apresentação da dissertação de Mariza Branco Rodrigo de Freitas no Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ, especulávamos sobre a recomendação dos padrões IFRS (International Finance Reporting Standards) no que tange ao reconhecimento contábil do valor de marcas por seus detentores em seus respectivos balanços patrimoniais.
A discussão continua presente e sem solução aparente.
Veio a publicação do livro decorrente da dissertação, 'Marca: do marketing ao balanço financeiro', que tive a honra de assinar junto de minha brilhante ex-orientanda, pela editora da própria Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EdUERJ), em 2015.
De acordo com a pesquisa original de Mariza Freitas, realizada com os números oferecidos pelas três grandes empresas que trabalham com 'brand valuation', uma mesma marca poderia ter avaliações diferentes em quase 40%, coisa inaceitável se tratamos de contabilidade - e não de 'valor de mercado', algo etéreo, mais afeito à 'marquetagem' e à fabricação de notícias que à realidade.
Um empresa que sempre vinha à nossa mente naqueles debates em sala de aula era justamente a Piraquê. Empresa tradicional e tipicamente carioca, valiosíssima para os consumidores, e cujo valor da marca simplesmente inexistia em seu balanço patrimonial, refletindo as práticas que os padrões IFRS querem - com razão - combater. Como assim uma marca como 'Piraquê' vale zero?
Indagávamo-nos, intrigados: se alguém maior, do ramo de alimentos, um dia, quiser comprar a Piraquê, será que estará interessada nas suas máquinas, em seu prédio-sede, na sua frota de caminhões, nos seus estoques de farinha de trigo? Ou pagará 1 bilhão de dólares pelo selo que tanta confiança angariou ao longo de décadas?
Não estávamos muito longe, pelo menos, do interesse que a Piraquê podia gerar... E, sim, um pouco menos perto em termos do valor que uma linha daquelas poderia ter para um concorrente num processo de merge&acquisition...
Pois... o resto é história...
LINK - https://oglobo.globo.com/economia/dona-do-macarrao-adria-compra-carioca-piraque-22342425
A discussão continua presente e sem solução aparente.
Veio a publicação do livro decorrente da dissertação, 'Marca: do marketing ao balanço financeiro', que tive a honra de assinar junto de minha brilhante ex-orientanda, pela editora da própria Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EdUERJ), em 2015.
De acordo com a pesquisa original de Mariza Freitas, realizada com os números oferecidos pelas três grandes empresas que trabalham com 'brand valuation', uma mesma marca poderia ter avaliações diferentes em quase 40%, coisa inaceitável se tratamos de contabilidade - e não de 'valor de mercado', algo etéreo, mais afeito à 'marquetagem' e à fabricação de notícias que à realidade.
Um empresa que sempre vinha à nossa mente naqueles debates em sala de aula era justamente a Piraquê. Empresa tradicional e tipicamente carioca, valiosíssima para os consumidores, e cujo valor da marca simplesmente inexistia em seu balanço patrimonial, refletindo as práticas que os padrões IFRS querem - com razão - combater. Como assim uma marca como 'Piraquê' vale zero?
Indagávamo-nos, intrigados: se alguém maior, do ramo de alimentos, um dia, quiser comprar a Piraquê, será que estará interessada nas suas máquinas, em seu prédio-sede, na sua frota de caminhões, nos seus estoques de farinha de trigo? Ou pagará 1 bilhão de dólares pelo selo que tanta confiança angariou ao longo de décadas?
Não estávamos muito longe, pelo menos, do interesse que a Piraquê podia gerar... E, sim, um pouco menos perto em termos do valor que uma linha daquelas poderia ter para um concorrente num processo de merge&acquisition...
Pois... o resto é história...
LINK - https://oglobo.globo.com/economia/dona-do-macarrao-adria-compra-carioca-piraque-22342425
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Odebrecht: um 'rebranding' salva. Só que não.
Em reuniões para lá de reservadas, discute-se, no conglomerado Odebrecht, o que fazer pós-escândalos relacionados à operação Lava Jato.
Como amplamente noticiado no início de fevereiro, Odebrecht 'superou' a Petrobras em transparência. Quanto à fonte, clique aqui.
Será que programas de conformidade ('compliance'), de integridade de dados e de transparência postos em prática pelas próprias organizações antes flagradas em delitos resolvem o problema de 'branding'?
É compreensível que se queira - numa empresa familiar - manter seu nome nos negócios. Mas é igualmente compreensível o contrário. E as decisões já estão sendo tomadas.
LINK - https://g1.globo.com/economia/noticia/odebrecht-reafirma-que-nao-tem-interesse-em-venda-de-acoes-da-braskem.ghtml
Está aí uma temática - o 'brandwashing' - que chegou para ficar, provocando acadêmicos e profissionais do mercado.
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terça-feira, 11 de julho de 2017
'Rebranding' do mal - no país do me-engana-que-eu-gosto.
Deu no portal 'Observatório da Comunicação Institucional':
LINK - http://observatoriodacomunicacao.org.br/notas/rebranding-do-mal-no-pais-do-me-engana-que-eu-gosto/
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LINK - http://observatoriodacomunicacao.org.br/notas/rebranding-do-mal-no-pais-do-me-engana-que-eu-gosto/
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sábado, 1 de julho de 2017
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