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quarta-feira, 27 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Recordar é viver.


A 'memória' do Facebook faz-me, hoje, lembrar do lançamento - há 4 anos - de meu primeiro livro sobre o tema 'transparência nos negócios' - o 'pocket book' intitulado 'A transparência é a alma do negócio'. O livro está esgotado desde 2014. Mas entrará 'no ar' - em sua versão 'e-book' - numa parceria (que aqui, agora, anuncio em primeira-mão) da Conceito Editorial com a FGV Editora.

Em 2013, com a criação do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, ideia muito bem trazida pelo colega errepê Marcelo Ficher - e com a cumplicidade das amigas Lúcia Duarte e Pollyana Escalante -, estavam dadas as condições para um 'locus' de análise e reflexão crítica de questões que, em última instância, são alicerces da tão prometida (tanto quanto pouco entregue) 'transparência'.

Em 2015, o O.C.I. lançou a campanha "RP: profissional da transparência", e concluída a análise da pesquisa de campo junto a 100 executivos entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, pude lançar - pela Ciência Moderna Livraria e Editora, a versão integral do livro que apresentara ao Brasil uma outra forma de ver as RRPP: o 'mix' dos 4 Rs das Relações Públicas Plenas.

Agora, em 2016, 'Ano O.C.I. para a transparência ativa' é chegada a oportunidade de levar ao mundo, 'exportar' a visão particular brasileira de 'plenas' Relações Públicas. Sim, porque só no Brasil se forma errepês '360 graus' compromissados com a comunicação nas organizações. Isto se dará pela publicação, ainda em abril, da versão em inglês do meu livro (Editor A), paralela ao site 'www.fullPR.net'.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

"Marcas sem engajamento social não têm futuro".


"Com a internet e a rapidez da comunicação, consumidores e consumidoras hoje têm muita possibilidade de adquirir informações. Marcas sem engajamento social não têm futuro. O consumidor hoje quer transparência, profissionalismo e ética. O mais importante, e também o mais difícil, é construir uma relação de confiança com o consumidor...".

Entrevista concedida a Dandara Tinoco, publicada hoje, n'O Globo (P. 2), coluna "Conte algo que não sei". A imagem é de Mônica Imbuzeiro.

LINK - http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/valerio-gargiulo-economista-gestor-de-empresas-marcas-sem-engajamento-social-nao-tem-futuro-18712049

COMENTÁRIO

O executivo italiano Valerio Gargiulo fez bem a lição de casa, pois numa só resposta enfileirou, como o atacante Paolo Rossi enfileirava os beques adversários, três das "palavrinhas mágicas" do momento; transparência, ética e confiança. Vamos deixar de lado a vetusta palavra profissionalismo, e as já enfadonhas expressões "... adquirir informações...", "... engajamento social..." e "... construir uma relação...".

Ora, como representante de uma indústria de cosméticos - comumente envolvida em testes químicos cruéis com animais -, e, ao que tudo indica, de uma empresa de capital fechado, ou seja, do tipo que não tem obrigação legal de publicar relatórios de administração, contas, balanços e notas explicativas, fica difícil crer que suas promessas sejam cumpridas. Aliás, o próprio se entrega:

- Estou estudando português e me considero um futuro brasileiro.

Que escolha bem o tipo de brasileiro que se quer tornar, o economista. Há "belos" exemplos a não seguir.

Em Tempo: A ideia expressa no título da matéria é válida, relevante, verdadeira e positiva. Mas das empresas precisamos mais que slogans e bonitos discursos. Há que constatar, na prática, ações que deem corpo a tão nobre ideário.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Propriedade industrial NÃO é um bicho-de-sete-cabeças.


Conhecer mais sobre o Direito de Marcas é fundamental para que o branding tenha uma boa base jurídica e não cause dores de cabeça no futuro.

Desde meados de 2015, Marco Aurelio Tavares Pereira vem compartilhando - na internet - conhecimento nesta área.

Visite o blog da propriedade intelectual descomplicada.

LINK - http://creativasdekstra.com.br/
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Quatro Ps - 5 Sentidos - Uma em 16 Táticas: imagem de marca.

Imagem de marca

Assim denominamos outros atributos - além da logomarca - que, no entorno da marca, complementam a comunicação de um produto, serviço, ideia, causa ou indivíduo.

Este último aspecto é especialmente interessante porque, no caso de pessoas físicas que demandam visibilidade em uma sociedade ou segmento de mercado (profissionais liberais, atletas, artistas, pesquisadores, executivos) não se pode, em nossa opinião, falar em 'marca', pura e simplesmente. Para indivíduos, adotamos este entendimento - o de que, na falta da 'embalagem' típica dos produtos e da comunicação mercadológica típica dos serviços, o que 'marca uma pessoa' é sua imagem projetada (sempre reforçando que não dominamos a imagem percebida).

Nem todas as organizações lançarão mão dessa ferramenta, embora 'imagem' seja algo que se forma na cabeça do público, e não aquilo que comandamos - mas este não é o sentido que damos, aqui, ao termo 'imagem'.

Em se tratando da 'imagem de marca', categoria proposta como tática na instância Reconhecimento (primeiro 'R' no composto de 4 Rs das RP Plenas, ao lado de Relacionamento, Relevância e Reputação), queremos aludir a ações como:

- adoção de um(a) garoto(a) - propaganda;
- adoção de testemunhais;
- adoção de uma 'aural signature' (assinatura sonora);
- adoção de um 'jingle';
- adoção de um odor característico em seus pontos-de-venda.

Como se conclui, o estímulo a outros sentidos que não só a visão proporcionada pela marca gráfica amplia o escopo da comunicação de marca. Estudos no campo do chamado 'neuromarketing' aprofundam o uso desse tipo de instrumento.

A boutique Farm, por exemplo, além dos uso de fragrância uniforme em todas as suas lojas (o que complementa a ambiência da decoração rigorosamente padronizada), lança mão de uma ação chamada 'Rádio Farm' com uma programação musical específica e característica - que é som ambiente em todas as suas lojas.

Mais sobre este tema - http://www.infobranding.com.br/brandsense-construindo-marcas-com-experiencias-sensoriais/
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A hora é de convergência entre Comunicação e Administração.


O livro "Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração", de Manoel Marcondes Machado Neto, diretor-presidente do Observatório da Comunicação Institucional, está saindo - agora, em 2016 - numa segunda edição, revista e ampliada, pela Editora Ciência Moderna - nos formatos 'e-book' e impresso.

A obra, técnica e didática, destina-se: (1) aos estudantes de Relações Públicas e profissionais já formados que compartilham da visão de que somos antes (e mais) gerentes do que comunicadores, e (2) aos administradores que enfim despertaram para a importância de se realizar - boas - relações públicas com seus diversos públicos-chave.

Adquirindo o livro diretamente no 'site' da editora há um bom desconto. Se você é estudante, peça a seu professor das cadeiras de Administração, de Assessoria, ou de Consultoria, que avalie o livro para adoção. Ele pode fazê-lo diretamente ao diretor George W. Meireles pelo e-mail 'gewme@lcm.com.br' para receber um 'link' para a versão 'e-book' de forma gratuita.

Em Tempo: Na sua primeira edição, o livro foi resenhado - e bem recomendado - pela saudosa colega Mariângela Benine Ramos Silva, da Universidade Estadual de Londrina.

LINK para a sinopse -
http://www.lcm.com.br/site/#/livros/detalhesLivro/relacoes-publicas-e-marketing---convergencias-entre-comunicacao-e-administracao-2nd-edicao-ampliada.html
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