segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Tudo o que é sólido desmancha na marca...


Na década de 1970... Ruy Barreto estava em busca de um nome para batizar a marca de café solúvel que sua empresa pretendia lançar no mercado europeu.

- Pesquisei e concluí que [o nome] "Globo" era perfeito, porque era um nome com força lá fora. Aí descobri que ele já pertencia a uma fábrica no [bairro] Santo Cristo. Na época o dono me pediu um valor absurdo. Eu falei: se você quer isso tudo pela marca, imagina quanto não ia pedir pela fábrica. Ele disse: nada. Quem comprar a marca leva a fábrica. Acabei comprando a Bhering - conta.

Íntegra da matéria publicada no jornal O Globo de 19/10/2014 (P. 16): http://oglobo.globo.com/rio/encontros-de-domingo-empresario-que-fez-da-bhering-uma-fabrica-de-arte-14292251.
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